Alguém dirá que não se pode quebrar a formalidade deste tema com pontos de vista pouco ou nada ortodoxos. Porém, sair da linha por apenas dois parágrafos, permitirá conhecer um fato no mínimo curioso em relação ao maior quebrador de paradigmas, o ESG.

Quando em março de 2019 os astrólogos anunciaram que o planeta Urano entraria na casa astral de Touro, onde ficará até abril de 2026, ninguém deu muita bola. Afinal, um evento que acontece a cada 84 anos não poderia afetar a vida de tanta gente. Exceto que, por coincidência, da última vez que passou (1935 a 1942) aconteceu a Segunda Guerra Mundial e alterou a economia de várias formas, por exemplo abrindo o mercado de trabalho para as mulheres, já que muitos homens estavam nas batalhas.

Segundo quem entende desses mistérios, Urano em Touro prometia impactar exatamente as áreas do dinheiro e da economia. Aliás, o papel de Urano seria "tirar o chão" da estabilidade e da segurança, trazer mudanças e estimular a criatividade. A energia do planeta seria direcionada para um cenário inédito, diante dos abalos estruturais da economia. E, ainda, essas mudanças provocariam inovações em nossa relação com a natureza, abrindo cada vez mais o debate sobre o estilo de vida sustentável das pessoas e as práticas ecológicas das empresas.

O lado místico deste artigo fica por aqui. Mesmo porque, por outra mera "coincidência", em 2019 veio a Covid 19, que virou pandemia e deixou nosso planeta "de pernas pro ar". Aliás, de vez em quando a humanidade leva um "sacode", uma chacoalhada para "cair na real", como se diz aqui no Brasil. Como se fosse o ciclo da natureza.


Pós-Guerra e Economia Verde

A geração que viveu os horrores e as dores da guerra mundial afirma que a pandemia do coronavírus é uma experiência igual, porém diferente. É que desta vez a velocidade da informação tem permitido a troca de conhecimentos científicos, novas referências de valores e conceitos de vida, além de estimular saídas fora da zona de conforto.

Com a vacina, estamos quase diante de um pós-guerra. E como na história das descobertas e da corrida espacial... a crise e a oportunidade andam de mãos dadas. A diferença é que ao lado dos predadores e vencedores, tem um horizonte de oportunidades se abrindo também para os outros. Sem excesso de otimismo, nem fanatismo, ouso dizer que o planeta está despertando para um novo tempo de transformações!

Em 2020, durante o World Economic Forum, a declaração dos investidores que controlam as maiores fortunas do planeta não deixou dúvidas quanto aos efeitos do clima no bolso: “Sejam sustentáveis, porque a nova economia é verde. Ou os prejuízos serão incalculáveis."

A União Europeia reconheceu que o mercado de investimentos verdes é uma das áreas de crescimento mais rápido no setor de finanças. Saiu na frente e estabeleceu regras, com força de lei, para acesso ao tesouro de dezenas de trilhões de dólares disponíveis no mundo para projetos e negócios sustentáveis. Nos Estados Unidos, o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento considerado irreversível, e que já conta com a adesão da gigantesca China.

Neste momento a mobilização é global, porque na retomada da economia, os negócios verdes podem abrir um mercado do tamanho do planeta, para grandes e pequenos.


Tempo de ESG

A principal ferramenta de análise e decisão utilizados por investidores em todo o mundo é o ESG. O termo vem do inglês Environmental, Social & Governance, ou em português, ASG, de Ambiental, Social e Governança. O ESG representa um conjunto de valores e critérios éticos que uma organização adota voluntariamente em suas atividades ou projetos.

Pelas regras, nenhuma empresa está obrigada a praticar os princípios ESG, porém cedo ou tarde terá que explicar aos investidores e consumidores, porque devem continuar confiando em quem não mostra suas Referências Ambientais, Sociais e de Governança.

Estudos apontam que praticar ESG dá retorno financeiro. Muito mais que um bom negócio entre empresas e investidores, o ESG é também um eficiente indicador para os consumidores, que aprenderam com a pandemia a importância do ambiente preservado. As novas gerações das famílias estão mais engajadas no assunto e influenciam cada vez mais nas decisões de investimento e de compra.


Perigos do ESG

O ESG não surgiu do acaso. É o resultado da evolução natural dos esforços de ambientalistas e dos alertas de cientistas. Agora, com o poder dos investidores, ficou imbatível.

Justamente por isso, a sigla pode ser "perigosa". E o maior risco é que, saltando o alto muro das decisões econômicas e dos investimentos financeiros, caia no gosto popular e entre "direto na veia" das pessoas. Deixar de ser um segredo hermético, só revelado aos iniciados, para se transformar em conhecimento capaz de emponderar e mudar, por exemplo, o comportamento de compra, seria uma "tragédia", para muitos.

Imagine se o "povo" descobre que são as agressões ambientais que provovam mudanças climáticas, e que seus efeitos associados geram os boletos cada vez mais impagáveis da energia, dos combustíveis, da alimentação, da saúde, dos transportes, da moradia, dos empregos e até... da felicidade! As pessoas podem gostar da ideia de viver num lugar melhor, simplesmente parando de consumir porcarias (em todos os sentidos). Ou quem sabe decidam deletar de suas listas os fornecedores que não respeitam a natureza, as pessoas e a ética.

Impulsionado pela comunicação digital e pelo poder de seus novos amigos de infância, essa ideia vai crescer feito fermento em massa de pão. E então, os empreendedores e pequenos empresários poderão descobrir que também podem ser ESG, que podem ser verdes, cada um do seu jeito, inspirados na centena de tons de verde existentes na natureza.


Bom Negócio

A história da economia mostra que a "Libertação" dos Escravos no Brasil foi antes de tudo um bom negócio, o que pode se repetir agora na Economia Verde. Base da economia do Brasil nos períodos colonial, imperial e início da república, a escravidão e o lucrativo comércio de escravos, feito por via marítima, apenas tiveram fim pela pressão da Inglaterra, que controlava os mares, o dinheiro dos empréstimos e a legislação internacional contra a escravidão. Em 1831 é votado o fim do tráfico, mas o comércio de negros só acabaria em 1851, quando os traficantes clandestinos retiraram seu dinheiro do negócio ao descobrirem que o governo preparava uma lei de imigração para trazer trabalhadores rurais da Europa, a construção de uma estrada de ferro para escoar a produção cafeeira e a redução das tarifas de exportação de café. O resto todos sabem. Veio a tal "Liberdade" sem indenizações ou empregos... e deu no intransponível abismo social que todos conhecemos.

Digo isso porque toda a chamada Economia Cinza, poluente e exploradora de recursos, pode "micar" nas mãos de quem não se correr rápidamente para a Economia Verde! E não seria por falta de aviso, pois a natureza tem usado a linguagem de sinais para dizer que não está bem, a ciência inventa alternativas para as fontes poluentes, o mercado da sustentabilidade e da responsabilidade social cresce em ritmo acelerado e, por fim o argumento mais forte: o dinheiro vai acabar para quem não for ESG.

O setor financeiro encontrou no ESG a resposta perfeita para todas as pressões deste novo tempo. Uma ideia simples, porém capaz de reinventar a economia, mudar costumes, transformar profissões e unir interesses de investidores, reguladores, organizações não governamentais, clientes e funcionários. E quando todas partes concordam com um bom negócio, as decisões ganham mais força que a própria lei. Outro perigo é apostar que essa transformação ainda vai demorar, porque será atropelado pela concorrência e até sair do mercado.

Depois da Revolução Industrial e da Inclusão Digital, chegou o Tempo de ESG. Perder o bonde da história seria imperdoável. Assim, o último dos perigos é "esquecer" os fornecedores e parceiros de grandes empresas, os pequenos negócios, os novos empreendedores, os profissionais empregados ou não. Todos têm o direito de ser ESG.

Mas é preciso acelerar para não perder o "timing" do ESG. Adotar estratégia de guerra, porque outros países estão avançando rápido. A senha é treinar e capacitar para o ESG, mesmo que represente "perigo".

Vamos correr esse risco juntos?

 


Edvaldo Silva
Jornalista, Auditor Ambiental e Consultor de ESG e "Green Economy". CEO da startup NatureUp!

Melhor Cidade! Economia Verde e ESG para todos.

O Brasil que vive a maior tragédia sanitária e econômica de sua história, com milhões de desaparecidos, desempregados e desalentados, é o mesmo que está diante da maior oportunidade de mudar seu patamar econômico e social, começando pelo desenvolvimento sustentável de suas cidades. Porém, depois da "corrida pelas vacinas" os países correm contra o tempo, porque os investidores que controlam as maiores fortunas do planeta procuram opções de baixo risco para o ambiente e as pessoas.

A União Europeia reconheceu que o mercado de investimentos verdes é uma das áreas de crescimento mais rápido no setor de finanças. Saiu na frente e estabeleceu regras para acesso ao tesouro de dezenas de trilhões de dólares disponíveis no mundo para projetos e negócios sustentáveis. Nos Estados Unidos, o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento considerado irreversível.

Neste momento a mobilização é global, porque na retomada da economia, os negócios verdes podem abrir um mercado do tamanho do planeta, para grandes e pequenos. Mas quem pretenda fazer sucesso nesse futuro, tem como única opção trabalhar com mínimo impacto ambiental e máximo impacto social.

Desde a invenção de uma poderosa ferramenta de decisão financeira, o ESG, a história está dividida em antes e depois da sigla internacional para Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa. E as regras que ajudam na seleção de empresas em melhores condições de receber investimentos, também valem para municípios.

 

Validação do ESG nas Cidades

ESG é muito mais que um bom negócio entre empresas e investidores. Diante das infinitas possibilidades da economia verde, é justo que todos tenham condições de participar dessa "caça ao tesouro". Afinal, tudo acontece nas cidades e todo mundo vive em alguma cidade. E toda atividade econômica tem impacto sobre as cidades e a vida das pessoas, para o bem ou para o mal.

Assim, as cidades se transformam em ambientes naturais para Validação do ESG, e parte essencial do processo de certificação. Não validar o ESG pode comprometer a credibilidade da metodologia global e confundir a iniciativa com maquiagem de marketing. Tentar abrir mão dessa responsabilidade corporativa poderia custar as posições já conquistadas, como no jogo de tabuleiro que manda voltar ao ponto de partida.

Sobretudo no Brasil, onde os desafios ambientais e sociais são cada vez maiores, contribuir para mudar a realidade dos locais é mais que reparar danos em milionários acordos de compensação. Por outro lado, não mostrar esses resultados ao mercado seria "piscar para alguém no escuro do cinema".

 

Canal de Economia Verde e ESG

Melhor Cidade é um sonho que ficou possível com a economia verde! Foi com essa certeza que a Melhor Cidade (melhorcidade.com), startup criada para acelerar a economia verde nas cidades brasileiras, decidiu abrir um canal que multiplique experiências e ideias de sucesso para melhorar a vida das pessoas em suas próprias cidades. Sem qualquer vinculação política ou partidária.

"Começamos por uma plataforma de informações que facilitam o acesso de gestores públicos e privados às oportunidades da economia verde e referências para decisões ESG. Queremos ver do mesmo lado, moradores, acadêmicos, estudantes, empregados, empreendedores, investidores, governantes, legisladores, instituições, voluntários, turistas... repensando soluções criativas para os temas das cidades e empresas de todos os portes", afirmam os coordenadores do projeto.

Para organizações e cidades com visão de futuro, o primeiro "canal de economia verde, para todos" é a inovação que faltava na forma de validar ESG e justificar investimentos aplicados. Mas se o ESG não for de verdade, melhor nem contar pra ninguém.

 

Edvaldo Silva, jornalista e consultor

 

Iniciativa mostra como Empresas e Municípios estão vencendo o Maior Desafio do ESG no Brasil: Criar Condições de Igualdade para Brancos e Negros!

 

Por mais paradoxal que possa parecer, a pandemia da Covid 19 teve um lado bom. Serviu para mobilizar redes de solidariedade por todas as partes, e fez cair a máscara do racismo velado que reina no Brasil desde os tempos do Império.

Com a economia em queda, passou a valer a máxima caipira do instinto de sobrevivência: "Farinha pouca, meu pirão primeiro". Como se o nascer branco garantisse direitos absolutos sobre as outras raças, essas diferenças foram evidenciadas em todos os sentidos, continuando uma história de 400 anos de invasões, escravizações, injustiças e desprezo racial.

No início do surto, o novo coronavírus pareceu não poupar ninguém: todos estariam igualmente expostos à doença. Não demorou muito para que dados derrubassem o equívoco e escancarassem o impacto das desigualdades sociais na prevenção e propagação da pandemia. Pretos ou pardos das periferias estavam ainda 73,5% mais expostos ao risco, por viverem em domicílios de condições precárias, muitas vezes sem água e aglomerados; por dependerem de ganhos diários e não conseguirem "ficar ou trabalhar em casa"; por serem obrigados aos transportes coletivos superlotados; por sofrerem mais com diabetes, hipertensão e asma, doenças que pioram o quadro, principalmente quando falta alimentação básica. Não bastasse tudo isso, a falta de acesso às tecnologias da internet rápida para as aulas à distância, está garantindo aos brancos uma vantagem extra de muitos anos nessa "corrida meritocrática" pelos empregos. Aliás, as vagas que sobrarem, quando sobrarem, e nas condições que vierem.

A Crise Vai Passar! Mas porque a vida começa, acontece e termina nas cidades, muitas delas estarão arrasadas e as pessoas em busca de esperanças perdidas. Tão destruidora quanto uma guerra mundial, a Covid-19 impactou de morte também a economia dos municípios e abriu caminhos para a chamada Economia Verde.

 

ECONOMIA VERDE

Somos a startup Melhor Cidade (melhorcidade.com), a primeira criada para acelerar a economia verde nas cidades brasileiras. Sem qualquer vinculação política ou partidária.

Por definição, Economia Verde é a estratégia de Desenvolvimento Econômico feito com Mínimo Impacto Ambiental e Máximo Impacto Social, formando um triângulo de lados iguais. Segundo a ONU, através do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), “resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez de recursos”.

Parece que desta vez o mundo entendeu, no bolso, que é possível minimizar o risco de novas pandemias e evitar os efeitos das mudanças climáticas, apenas preservando os ecossistemas, dizem os cientistas do clima.

Neste momento a mobilização é global. Porque na retomada da economia, os negócios verdes podem abrir um mercado do tamanho do planeta, para grandes e pequenos.

O Brasil está diante da maior oportunidade de mudar seu patamar econômico e social, começando pelo desenvolvimento sustentável de suas cidades. Mas, como no caso das vacinas, é preciso correr porque os investidores que controlam as maiores fortunas do planeta buscam por "economias verdes".

Novos investidores chegam ao mercado à procura de opções sustentáveis em todos os setores. Marcas líderes estão se reposicionando para sobreviver à infidelidade e aos boicotes das novas relações de consumo. Empresas que agregam valor ecológico em seus processos de produção e de serviços, com ética e sem artifícios de marketing, conseguem cada vez mais clientes e investidores. Governantes já “aceitam” pensar verde, provando que o poder financeiro será a arma imbatível na guerra contra as mudanças climáticas.

A União Europeia reconheceu que o mercado de investimentos verdes é uma das áreas de crescimento mais rápido no setor de finanças. Saiu na frente e estabeleceu regras para acesso ao tesouro de dezenas de trilhões de dólares disponíveis no mundo para projetos e negócios sustentáveis. Nos Estados Unidos, o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento irreversível.

Mas a melhor notícia para os investidores da nova economia foi a criação do ESG, poderosa ferramenta para seleção das opções, cuja sigla internacional traduz Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa.

Empresas de todos os continentes já trabalham seus riscos e vantagens competitivas com o ESG. O lado mais conhecido e menos polêmico é o Ambiental. Porém, mesmo nos países ricos, o lado Social do tripé sofre de interpretações e adaptações conforme a organização.

 

 

O DNA DO ESG BRASILEIRO

Novo no negócio, porém, o Brasil vai se apresentando como um grande desafio para a aplicação do ESG. Por aqui o meio ambiente, representado pela Amazônia e seus povos indígenas, sofre ataques deliberados de setores organizados, sob graves denúncias de aquiescência. Neste cenário, a Governança Corporativa ensaia passos cambaleantes e heróicos. E o lado Social enfrenta o desafio de vencer as consequências estruturais do longo passado escravagista que permanecem até hoje, isto é, o racismo continua assumindo diversas formas de manifestação.

Para entender, o Brasil tem a 2ª maior população negra do mundo, e foi o último país das Américas a abolir oficialmente a escravatura, em 1888. Apesar de representarem 56,1 % da população, pretos e pardos enfrentam severas desvantagens em relação aos brancos, particularmente quanto aos indicadores: "mercado de trabalho, distribuição de rendimento e condições de moradia, educação, violência e representação política". O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também aponta que as desigualdades étnico-raciais "têm origens históricas e são persistentes".

Quanto às perspectivas de mudança, basta saber que apesar de representarem mais da metade da população, as pessoas negras continuam longe dos poderes de decisão.

Assim, é preciso aceitar que a desigualdade racial seja a raiz dos problemas sociais do Brasil, e entender que a decisão de propor soluções exige coragem das empresas. Mas o reconhecimento de investidores e de consumidores é certo.

As primeiras iniciativas práticas para resolver o "S" do ESG brasileiro chegam pelas mãos de grandes corporações, como a internacional AMBEV e brasileiríssima MAGAZINE LUIZA, que anunciam programas de contratações e capacitação gerencial de seus recursos humanos.

 

CIDADES SÃO AMBIENTES DE VALIDAÇÃO DO ESG

Investir em benefícios para os funcionários, garantir cumprimento de leis trabalhistas, lidar eticamente com fornecedores, entre outras particularidades, parece ser apenas superficial na realidade brasileira. Para melhorar o desempenho da própria economia, e também do país, é preciso considerar fatores sociais que interferem na vida dos empregados, das famílias, das comunidades, das cidades.

Os municípios são células de estados e países. Tudo diz respeito à vida nas cidades, até as decisões erradas que impactam a vida das pessoas. O tema é envolvente, porque todos temos as nossas cidades do coração e as defendemos com unhas e dentes: a que nascemos, e as que escolhemos para viver, estudar, trabalhar, investir, passear...

Descobrimos que as cidades são o ambiente perfeito para validação dos fatores ESG, porque nelas vivem todas as partes e interesses da metodologia global.

Organizações que adotam os critéios ESG impactam positivamente suas cidades. Boas decisões ambientais e sociais ultrapassam os limites das instalações físicas e alcançam a desejada responsabilidade corporativa.

Abrimos espaço para as experiências de sucesso dos negócios que decidem vencer o Desafio "S" de Igualdade. Sejam na forma de políticas antiracismo, programa de oportunidades, capacitação para o mercado das profissões do futuro, treinamento para os empregos verdes, educação para a igualdade de direitos, ou tudo que a criatividade consiga incorporar ao ESG brasileiro.

ESG com "S" de Igualdade é a vacina de alta eficácia contra a volta da escravidão.

 

Visite o Especial Imobilidade Social

 

 

Municípios são ambientes perfeitos para a prática ESG, a sigla internacional para Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa, a nova regra para avaliação de investimentos.

Desde que os maiores investidores estabeleceram tais critérios para escolha das melhores opções, empresas de todos os continentes trabalham suas vantagens competitivas. O lado mais conhecido e menos polêmico é o Ambiental (Environment). Porém, mesmo nos países ricos, o lado Social do tripé sofre de interpretações e adaptações conforme a organização.

Novo no negócio, o Brasil vai se apresentando como um grande desafio para a aplicação do ESG. O meio ambiente sofre ataques deliberados de setores econômicos de alto impacto, sob graves denúncias de aquiescência. A Governança Corporativa dá passos cambaleantes diante de maus exemplos governamentais. E o lado Social tem o desafio de vencer abismos e barreiras estruturadas em vários séculos de escravidão da raça negra. 

As primeiras iniciativas para resolver o "S" do ESG brasileiro vêm chegando pelas mãos de grandes empresas como a AMBEV e MAGAZINE LUIZA, que estabeleceram programas de contratações e capacitação de seus recursos humanos.

O caminho para a retomada da economia passa pelas cidades, onde a vida acontece. Segundo o IBGE, as pessoas negras continuam longe dos Poderes de Decisão, apesar de representarem mais da metade da população. (Continua...)

 

Publicamos uma Edição Especial sobre esse grande desafio: Leia e Compartilhe IMOBILIDADE SOCIAL

 

Foto: A Prefeitura lançou o Plano de Desenvolvimento Sustentável - Beth Santos/Prefeitura do Rio

 

No Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06), o prefeito do Rio, Eduardo Paes, ao lado dos secretários municipais do Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere, e de Governo e Integridade Pública, Marcelo Calero, anunciou um Pacote Climático para desenvolver ações ambientais na cidade nos próximos anos. O Museu do Amanhã foi o palco do lançamento do Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática (PDS), documento que norteará as metas ambientais da administração municipal.

Além disso, também foram anunciadas a criação do Fórum de Governança Climática e a realização da Rio+30 Cidades, evento que reunirá, no primeiro semestre de 2022, municípios para discutir o papel dos poderes no combate às mudanças climáticas mundiais.

 

– Essa agenda é muito importante para o Rio, que sempre teve um protagonismo ambiental. Sempre fomos um farol de referência em diversos temas e devemos liderar as discussões das mudanças climáticas. Essas metas são possíveis de serem cumpridas, a nossa responsabilidade só aumenta porque a questão ambiental é muito séria e grave – declarou o prefeito, que em seguida completou:

 

– O Rio vai se consolidar como uma marca sustentável, ambientalmente correta e que enfrenta os grandes desafios da humanidade.

 

 

 

Foto: O prefeito diz que o Rio vai recuperar o protagonismo ambiental – Beth Santos/Prefeitura do Rio

 

O Plano de Desenvolvimento Sustentável estabelece metas para serem atingidas a médio (até 2030) e longo prazo (até 2050). Uma das principais é reduzir em 20% a emissão de gases do efeito estufa até 2030, além de estabelecer a neutralização das emissões até 2050.

O planejamento materializa e atualiza uma visão da cidade construída coletivamente para os próximos 30 anos. O objetivo é estruturar diferentes instâncias de planejamento setorial e orientar o Rio rumo ao desenvolvimento sustentável, com base no enfrentamento dos desafios de médio e longo prazo da cidade, incluindo as mudanças climáticas.

 

– O Rio tem uma vocação para liderar outras cidades e o país na hora de falar de meio ambiente. A gente anda e vê cadeias montanhosas, nascentes, baixadas. Tenho orgulho de dizer que somos a capital natural do Brasil. Podemos olhar para esse pacote climático como uma bússola para um Rio mais resiliente e próspero, capaz de enfrentar o desafio diante das emergências climáticas e dos eventos extremos – afirmou o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere.

 

Entre as metas estabelecidas também estão: alcançar 40% de empregos verdes formais na cidade; atender 100% dos bairros por coleta seletiva e não ter nenhuma pessoa morando em áreas de alto risco de inundações e movimentos de massa até 2030. (Confira a relação das principais metas no fim do texto)

O Plano é coordenado pela Secretaria de Fazenda e Planejamento, por meio do subsecretário de Planejamento e Acompanhamento de Resultados, Jean Carris. Conta também com o apoio de outros órgãos municipais, como a Secretaria de Meio Ambiente, e de outras esferas, como da ONU, C40, Governo do Reino Unido, UFRJ, Unicef, República.org e iCS. O PDS parte de documentos importantes – como o VISÃO 500 e planos setoriais – e de compromissos internacionais como a Agenda 2030 e o Acordo de Paris.

 

Prefeitura cria Fórum de Governança e anuncia Rio+30 Cidades

Outro passo importante rumo ao desenvolvimento sustentável que a Prefeitura dá no Dia Mundial do Meio Ambiente é o lançamento do Fórum de Governança Climática, uma organização inédita da cidade que inclui a sociedade civil na governança climática da cidade. Com atribuições muito claras e diversidade de participantes, o Fórum deixa claro que o único caminho para o enfrentamento das mudanças climáticas é o engajamento e a participação da academia, indústria e lideranças sociais.

Para celebrar os 30 anos da realização da Conferência Rio 92, a cidade receberá no primeiro semestre de 2022, a Rio+30 Cidades. O evento discutirá o papel das cidades no enfrentamento das mudanças climáticas. Em 2012, a cidade também foi palco da Rio+20.

 

– As reuniões preparatórias para evento começam desde logo. A pauta climática no Brasil precisa ocorrer sob a ótica dos municípios, com ampla participação da sociedade civil. Vamos propor uma declaração das cidades para a promoção do desenvolvimento sustentável, chamada de Declaração do Rio, que vamos lançar durante a conferência – disse o secretário de Governo e Integridade Pública, Marcelo Calero.

 

 

Conheça o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Ação Climática

 

Principais metas do Plano de Desenvolvimento Sustentável

Até 2030:

Alcançar 40% de empregos verdes formais na cidade;
Reduzir em 20% as emissões de gases de efeito estufa em relação à 2017;
Reduzir 50% do consumo de eletricidade na iluminação pública até 2030, por meio de tecnologia LED;
Ampliar as rotas de coleta seletiva para 100% dos bairros;
Investimentos mínimos de 350 milhões de reais ao ano para o desenvolvimento sustentável da cidade e a implantação de projetos até 2030;
Construir soluções baseadas na natureza para os desafios do espaço urbano: revitalização de 300km de vias e espaços públicos, com drenagem urbana sustentável e ampla arborização;
Nenhuma pessoa morando em áreas de alto risco de inundações e movimentos de massa nas áreas mapeadas e identificadas pela Prefeitura do Rio;
Reduzir em 50% o déficit e a inadequação habitacional na Cidade do Rio de Janeiro;
Duplicar a produção de alimentos por meio do programa Hortas Cariocas, garantindo segurança alimentar, renda verde e educação ambiental nos territórios que mais precisam;
Reduzir em 50% o volume de perda e desperdício de alimentos até 2030;
Aumentar em 20% a área destinada à produção agrícola;
Alcançar 80% do encaminhamento de resíduos orgânicos de alimentos, produzidos por atividades de grandes geradores para centrais de valorização (compostagem e/ou biodigestão);
Legalizar 100% das cooperativas de reciclagem integrando agentes à economia circular;
Aumentar para 90% a taxa de cobertura da rede coletora de esgoto com tratamento até 2030;
Manter os 3.400 hectares reflorestados e consolidar mais 1.206 hectares de Mata Atlântica no Rio de Janeiro;
Elaborar plano de ação para 100% das espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção no município, visando adoção de estratégias para mitigação ou supressão das ameaças de perda da diversidade biológica terrestre e marinha;

Até 2050:

Neutralizar as emissões de gases do efeito estufa;
Eletrificar 100% da frota de ônibus municipal.

 

 

Nesses tempos de maior consciência sobre a importância da natureza para a qualidade de vida e o futuro da economia, um grupo de consumidores de São Paulo e do Rio de Janeiro anuncia a criação do primeiro banco 100% verde do Brasil.
A ideia de transformar estilo de vida em negócio evoluiu com pesquisas de mercado e assessoria de economistas, até virar a NatureUp, uma fintech de referências ambientais e sociais para tomada de decisões financeiras.
Todas as operações do banco dos consumidores, produtores e investidores sustentáveis seguirão os critérios ESG, a sigla internacional para Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa. Assim, o NatureUp! Green Bank é um banco digital completo, com a diferença de premiar o comportamento responsável de seus clientes nas compras de produtos e serviços conveniados. A regra também vale para as opções de investimentos e os financiamentos de projetos, que precisam garantir mínimo risco ambiental e máximo impacto social.

"Onde e como você gasta ou aplica seu dinheiro, define o futuro da amazônia e da sua família! Os bancos podem ajudar muito na preservação ou na destruição da natureza."

Economia Verde
Parece que desta vez o mundo entendeu, no bolso, que é possível minimizar o risco de novas pandemias e evitar os efeitos das mudanças climáticas, apenas preservando os ecossistemas, dizem os cientistas do clima.
Neste momento a mobilização é global. Porque na retomada da economia, os negócios verdes podem abrir um mercado do tamanho do planeta, para grandes e pequenos.
O Brasil está diante da maior oportunidade de mudar seu patamar econômico e social, começando pelo desenvolvimento sustentável de suas cidades. Mas, como no caso das vacinas, é preciso correr porque os investidores que controlam as maiores fortunas do planeta buscam "economias verdes".
A União Europeia reconheceu que o mercado de investimentos verdes é uma das áreas de crescimento mais rápido no setor de finanças. Saiu na frente e estabeleceu regras para acesso ao tesouro de dezenas de trilhões de dólares disponíveis no mundo para projetos e negócios sustentáveis. Nos Estados Unidos, o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento irreversível.
Novos investidores chegam ao mercado à procura de opções sustentáveis em todos os setores. Marcas líderes estão se reposicionando para sobreviver à infidelidade e aos boicotes das novas relações de consumo. Empresas que agregam valor ecológico em seus processos de produção e de serviços, com ética e sem artifícios de marketing, conseguem cada vez mais clientes e investidores. Governantes já “aceitam” pensar verde, provando que o poder financeiro será a arma imbatível na guerra contra as mudanças climáticas.

A Terra usa a linguagem dos sinais para dizer que não está passando bem, e que efeito estufa é como efeito dominó. Por exemplo, os constantes ataques às florestas, que acabam com os ciclos das chuvas, que não mais irrigam as hidrelétricas e as fazendas, que deixam energia e alimentos mais caros. E esta é somente a ponta do iceberg!

Sem perder de vista nenhum lado do princípio ESG, os gestores do NatureUp! planejam ações práticas para acelerar a economia verde Brasil. Segundo o consultor Edvaldo Silva, o consumidor está descobrindo que sua decisão de compra tem poder, que também é dono da natureza e que pode mudar o final da história. "O importante é ser verde de algum jeito".
Nos próximos dias, fornecedores parceiros de todas as cidades poderão se cadastrar nas plataformas b2c e b2b, para pessoas físicas e jurídicas. Criamos um "lugar de marcas verdes" para todas as atividades econômicas do mercado. Produtos e serviços naturais, orgânicos, ecológicos, ambientais, veganos, vegetarianos, etc, serão encontrados por local e outras referências de sustentabilidade.
O cartão NatureUp! vai conectar "Green Life & Green Business" para ajudar quem escolhe viver e trabalhar em paz com a natureza. "Uma plataforma de possibilidades para quem pensa além de suas próprias gerações", completa.

Tudo vem da natureza e toda atividade econômica tem impacto ambiental. Porém, assim como nas florestas existem dezenas de tons de verde, os critérios devem considerar o impacto de cada atividade.
A economia verde é uma solução inspirada na natureza. Assim como o veneno de cobra combate o veneno de cobra, o antídoto para os abusos da economia tradicional é a própria economia, verde."

Quantos Somos Verdes? O primeiro Censo da Economia Verde, em todos os municípios do Brasil, será anunciado no próximo 5 de junho, Dia do Meio Ambiente. A iniciativa é da startup Melhor Cidade (melhorcidade.com), criada para acelerar a retomada econômica das cidades atingidas pela pandemia.


Segundo especialistas, depois da "corrida pelas vacinas" será a vez da "corrida pelos investidores". Porém, os "donos do dinheiro" já disseram que a nova economia é verde, e que as regras de seleção estão nos critérios ESG, a sigla internacional para Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa. A União Europeia saiu na frente e confirmou cerca de 30 trilhões de dólares para investimentos verdes, e nos Estados Unidos o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento de crescimento irreversível da Economia Verde.

O Brasil está diante da maior oportunidade de mudar seu patamar econômico e social, começando pelo desenvolvimento sustentável de suas cidades. O Censo Verde (censoverde.com.br) vai ajudar produtores, indústrias, comércio, serviços, instituições, municípios e consumidores a ganharem dinheiro vivendo em paz com a natureza e as pessoas. A pesquisa será totalmente digital e sem qualquer custo para os participantes, que ainda ganharão acesso à cursos de inserção ao mercado de negócios verdes. Não serão pedidos documentos pessoais ou das empresas.

Economia Verde é a estratégia de Desenvolvimento Econômico com Mínimo Impacto Ambiental e Máximo Impacto Social, formando um triângulo de lados iguais. Segundo a ONU, através do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), economia verde é a que “resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez de recursos”.

"Parece que desta vez o mundo entendeu no bolso, que este é o momento de minimizar o risco de novas pandemias e de outros impactos causados pelas mudanças climáticas e a destruição de ecossistemas", garantem os coordenadores do projeto. Políticas públicas atualizadas, ações práticas da iniciativa privada e pressão do mercado consumidor, formam um verdadeiro "pacote de eficiência" na redução da pobreza e da desigualdade, além de estimular o crescimento econômico sustentável, afirmam.

 

Tons de verde da natureza inspiram


Toda atividade econômica exerce algum impacto, negativo ou positivo, sobre o meio ambiente, porque todos os negócios têm alguma relação com a natureza. No entanto, assim como nas florestas podem ser encontradas dezenas de tonalidades da cor verde, é justo que atividades econômicas diferentes tenham níveis de controle proporcionais aos impactos e riscos que representam. Isso não muda o conceito e ainda pode estimular a entrada de novos fornecedores (e consumidores) na chamada economia do futuro.

Organizações de todos os tamanhos e setores, com medo de ainda não estarem plenamente verdes, adiam a decisão de valorizar suas ações e perdem espaço num mercado que sabe reconhecer quem está do mesmo lado”.


A adesão de parceiros ao projeto pode começar pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Quantos Somos Verdes? O primeiro Censo da Economia Verde, em todos os municípios do Brasil, será anunciado no próximo 5 de junho, Dia do Meio Ambiente. A iniciativa é da startup Melhor Cidade (melhorcidade.com), criada para acelerar a retomada econômica das cidades atingidas pela pandemia.


Segundo especialistas, depois da "corrida pelas vacinas" será a vez da "corrida pelos investidores". Porém, os "donos do dinheiro" já disseram que a nova economia é verde, e que as regras de seleção estão nos critérios ESG, a sigla internacional para Sustentabilidade Ambiental, Igualdade Social e Governança Corporativa. A União Europeia saiu na frente e confirmou cerca de 30 trilhões de dólares para investimentos verdes, e nos Estados Unidos o presidente Biden decidiu gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento de crescimento irreversível da Economia Verde.

O Brasil está diante da maior oportunidade de mudar seu patamar econômico e social, começando pelo desenvolvimento sustentável de suas cidades. O Censo Verde (censoverde.com.br) vai ajudar produtores, indústrias, comércio, serviços, instituições, municípios e consumidores a ganharem dinheiro vivendo em paz com a natureza e as pessoas. A pesquisa será totalmente digital e sem qualquer custo para os participantes, que ainda ganharão acesso à cursos de inserção ao mercado de negócios verdes. Não serão pedidos documentos pessoais ou das empresas.

Economia Verde é a estratégia de Desenvolvimento Econômico com Mínimo Impacto Ambiental e Máximo Impacto Social, formando um triângulo de lados iguais. Segundo a ONU, através do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), economia verde é a que “resulta em melhoria do bem-estar da humanidade e igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz os riscos ambientais e a escassez de recursos”.

"Parece que desta vez o mundo entendeu no bolso, que este é o momento de minimizar o risco de novas pandemias e de outros impactos causados pelas mudanças climáticas e a destruição de ecossistemas", garantem os coordenadores do projeto. Políticas públicas atualizadas, ações práticas da iniciativa privada e pressão do mercado consumidor, formam um verdadeiro "pacote de eficiência" na redução da pobreza e da desigualdade, além de estimular o crescimento econômico sustentável, afirmam.

 

Tons de verde da natureza inspiram


Toda atividade econômica exerce algum impacto, negativo ou positivo, sobre o meio ambiente, porque todos os negócios têm alguma relação com a natureza. No entanto, assim como nas florestas podem ser encontradas dezenas de tonalidades da cor verde, é justo que atividades econômicas diferentes tenham níveis de controle proporcionais aos impactos e riscos que representam. Isso não muda o conceito e ainda pode estimular a entrada de novos fornecedores (e consumidores) na chamada economia do futuro.

Organizações de todos os tamanhos e setores, com medo de ainda não estarem plenamente verdes, adiam a decisão de valorizar suas ações e perdem espaço num mercado que sabe reconhecer quem está do mesmo lado”.


A adesão de parceiros ao projeto pode começar pelo email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Uma coisa aprendemos com a pandemia: os países que deixaram pra depois a compra de vacinas, ficaram no final da fila. Mas a Corrida das Corridas, em busca dos investidores e seus empregos, está começando agora.


Vai deixar para depois?

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