Startup vai conectar Empregos Verdes & Talentos Verdes

O Brasil está ganhando sua primeira startup de conexão com os empregos da economia verde. Um lugar onde a nova geração de profissionais, os Talentos Verdes, têm lugar garantido ao lado da experiência que facilita a vida das empresas, sobretudo as que pretendem continuar atendendo as exigências dos consumidores e investidores.

Toda atividade econômica tem algum impacto sobre a natureza, e a economia verde exige mínino impacto para o ambiente e as pessoas. De olho nas infinitas possibilidades da retomada, a plataforma EmpregosVerdes.com será mais que um lugar para candidatos com habilidades e vocações sustentáveis. Profissionais de RH também poderão reforçar seus times, atualizar referências e compartilhar conhecimentos.

A equipe finaliza o ambiente digital que irá receber, gratuitamente, candidatos e vagas das organizações de todos os portes. Atividades essenciais nesta fase de transição ao verde, como as consultorias e os cursos de graduação e requalificação, podem ser parceiras da ideia que nasce no momento mais crítico das relações humanas com o futuro do planeta.

Segundo os diretores da startup, faltava um agregador online de talentos e empregos para indicar as necessidades do novo mercado. "a plataforma cumprirá também a missão de provocar iniciativas de qualificação ou requalificação profissional, sejam públicas ou privadas". "Emergências Climáticas não são Blá-blá-blá e nem Mi-mi-mi. Por isso decidimos conectar Empregos Verdes & Talentos Verdes desde já!", finalizam.

 

 

 

A economia verde abre um planeta de oportunidades para todos.


Parece que desta vez o mundo entendeu, no bolso, que chegou o momento de preservar a natureza para evitar os efeitos das mudanças climáticas. Em 2020, durante o Forum Econômico Mundial, a declaração dos investidores que controlam as maiores fortunas do planeta não deixou dúvidas: “Sejam sustentáveis, porque a nova economia é verde". A pandemia e as recentes pesquisas divulgadas durante a Cúpula do Clima (COP26) aceleraram o processo, ampliando o conceito de urgência para todos os setores.

A União Europeia reconheceu que o mercado de investimentos verdes é uma das áreas de crescimento mais rápido no setor de finanças. Saiu na frente e estabeleceu regras, com força de lei, para acesso ao tesouro de dezenas de trilhões de dólares disponíveis no mundo para projetos e negócios sustentáveis. Nos Estados Unidos, o presidente Biden começa a gerar milhões de empregos verdes, liderando um movimento considerado irreversível, com a adesão da gigantesca China e dos países mais avançados nas questões do clima.

Também é tempo de ESG, a nova ferramenta de análise e decisão dos investidores. O termo vem do inglês e representa um conjunto de valores e critérios que uma organização ou cidade adotam em suas atividades ou projetos. Pelas regras, nenhuma empresa está obrigada a praticar os princípios ESG, porém cedo ou tarde terá que explicar aos investidores e consumidores, porque devem continuar confiando em quem não mostra suas Referências Ambientais, Sociais e de Governança. ESG é o próximo nível da economia verde.

Por aqui os empregos verdes já estão nas atividades de elevado risco ambiental, nas empresas líderes do novo mercado e até entre empreendedores das comunidades mais simples, provocando iniciativas públicas e privadas de atualização profissional. Os chamados "empregos do futuro" farão desaparecer milhões de postos de trabalho em todas as áreas, mas outros milhões serão criados em profissões que sequer foram inventadas, em áreas como tecnologia, saúde, logística e educação, sempre com vínculos ambientais.

Neste momento a mobilização é global, porque na retomada da economia, pelos caminhos da sustentabilidade, os negócios verdes podem abrir um mercado do tamanho do planeta, para grandes e pequenos.

 

 

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Última modificação em Quinta, 28 Outubro 2021 17:47
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