O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje (30) que os 59 restaurantes Bom Prato do estado vão passar a servir, a partir de quarta-feira (1), além do café da manhã e do almoço, também o jantar. O preço das refeições será de R$ 1 para almoço e jantar (valor de cada refeição) e R$ 0,50 para o café da manhã.

O Jornal Nacional, da Rede Globo, publicou que Pesquisadores e Empreendedores Brasileiros estão unindo tecnologia e solidariedade para ajudar profissionais de saúde a enfrentar mais um problema grave: a falta de equipamentos de proteção nos hospitais. Mais de 70 pessoas formaram uma rede com impressoras 3D que criam equipamentos de segurança para ajudar no combate ao coronavírus.

O país que vive uma tragédia sanitária e econômica sem precedentes, com milhões de desaparecidos, desempregados e desalentados, precisava de um Canal de Oportunidades.

 

A boa notícia é que está chegando a Rede Melhor Cidade®, a primeira “startup” criada para conectar e multiplicar ideias de sucesso e tudo que melhore a vida das pessoas nas suas cidades. Porque cidades são pessoas!

De fato, os melhores governos, as melhores instituições e as melhores empresas, estão realizando iniciativas que merecem ser compartilhadas para inspirar outras cidades. Por isso criamos uma plataforma onde suas notícias viram referências para outras pessoas e outras localidades.

Tudo que você ou sua instituição estão fazendo, sobretudo neste cenário de crise, para combater o desemprego, dar melhores condições de trabalho, gerar renda, amenizar a fome, promover a segurança, a educação, a mobilidade, o atendimento de saúde, o desenvolvimento econômico, a cidadania, entre outros, tem espaço garantido na Melhor Cidade (melhorcidade.com).

A edição eletrônica de distribuição gratuita será produzida com notícias das oportunidades abertas, direta ou indiretamente, pelos gestores públicos e empreendedores em todos os setores da economia. Divulgue suas vagas de empregos, renda extra, negócio próprio, cursos de capacitação, crédito e financiamentos, obras e serviços, atividades das instituições sociais e muito mais, através de um email exclusivo.

 

"SEM VINCULAÇÃO POLÍTICA OU PARTIDÁRIA, VAMOS COLOCAR A MARCA MELHOR CIDADE® A SERVIÇO DAS MELHORES CIDADES!"

 

⦁ As “Notícias da Cidade” (ou de interesse delas) poderão ser enviadas pela respectiva assessoria de comunicação, agência, ou geradas pela redação, a partir de fontes diversas. Simultaneamente serão publicadas na edição nacional, em seções como: Temos Vagas, Canal de Vídeos, Gestão, Economia, Infraestrutura, Mobilidade, Segurança, Saúde, Educação, Cultura, Esportes, Ambiente, Turismo, Habitação, Cidadania, Abastecimento, Ordem Urbana, Pet & Zôo e Legislação;

 

⦁ As cidades parceiras da "startup" terão uma página exclusiva nos endereços de internet: melhorcidade.com/suacidade, com o subdomínio suacidade.melhorcidade.com;

 

⦁ A “Página da Cidade” (veja exemplos em construção: saopaulo.melhorcidade.com e rio.melhorcidade.com), terá seções como: referências turísticas e históricas, mapa de oportunidades econômicas, campanhas de utilidade pública, notícias e curiosidades;

 

⦁ A parceria ainda habilita o município e instituições para inscrição de seus “cases de sucesso” no Prêmio Melhor Cidade, em categorias como: Cidade Eficiente, Cidade Educadora, Cidade Sustentável, Cidade Inovadora, Cidade Empreendedora, Cidade Criativa, Cidade Solidária, Cidade Saudável, Cidade Acolhedora e Cidade Legal, observadas as regras;

 

 

 

Mas como RePensar as cidades do futuro? Como ReInventar cidades em tempos de crise?

“É nas cidades que a vida começa, acontece e termina. Todos temos as nossas cidades do coração: a que nascemos e as que escolhemos para viver, estudar, trabalhar, investir, passear... Municípios são as células de estados e países. Tudo diz respeito à vida nas cidades.”

As necessárias ações de isolamento, adotadas em todo o mundo para adequar a velocidade de contágio à capacidade de atendimento dos hospitais, é um remédio amargo e com efeitos colaterais. Afinal, sem dinheiro, as cidades sofrem tanto quanto seus moradores e turistas, estudantes e trabalhadores, empreendedores e investidores.

“Por isso, sem socorro e soluções criativas, o trabalho de reconstrução de grandes ou pequenas cidades talvez não chegue ao fim para muitas gerações”, diz o jornalista Edvaldo Silva, gestor do projeto. “Mas a boa notícia é que tem muita gente capaz e disposta a RePensar tudo isso, considerando as mudanças que o coronavírus ainda vai trazer nas estruturas sociais e políticas, nos modelos de negócio, nos relacionamentos e nos valores da vida”, conclui.

Classificada entre as startups de objetivo social, Melhor Cidade se propõe a ajudar pessoas e suas cidades, porque "cidades são pessoas”. É um empreendimento de impacto, um negócio que busca e compartilha soluções inovadoras para os maiores desafios das cidades modernas: os sociais, os ambientais e os de gestão.

 

 

Uma campanha de vacinação contra a Covid-19 poderá evitar perdas de trilhões de dólares para a economia global. No Brasil, minimizaria as perdas para R$ 33 bilhões, ante ao revés de R$ 489 bilhões em um cenário global sem o imunizante.

Além disso, uma campanha de vacinação bem-sucedida proveria um “novo fôlego” na recuperação de países em desenvolvimento. As constatações fazem parte de documentos internos usados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na última semana, o conselho consultivo do órgão reuniu-se para aprovar as vacinas da Pfizer. No entanto, o encontro também serviu como palco para o debate do impacto que a vacinação terá na economia global.

No caso americano, a vacina contra a Covid-19 poderá economizar cerca de US$ 738 bilhões aos cofres públicos. O imunizante também evitará um rombo de pelo menos US$ 527 bilhões por perda de produtividade do trabalhador.


Impacto mundial
Com base nos dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a entidade indicou que o crescimento econômico para 2021 poderá ser de 5,1% no mundo, em um cenário com a vacina. Caso contrário, a taxa de recuperação não passará de 2,1%.

Na prática, a vacina poderá evitar uma perda de US$ 3,4 trilhões para a economia global. O valor é quase equivalente ao dobro do PIB brasileiro — que atingiu US$ 1,8 trilhão em 2019.

Os países emergentes também sofreriam com um adiamento de uma imunização em massa, contabilizando um rombo de US$ 300 bilhões em 2021.


Vacina para todos
A ideia de a vacina ser a única alternativa para frear o número de óbitos no mundo e para recuperar a economia global parece ser unânime — com algumas exceções, é claro. Mas isso só funcionará se a imunização ocorrer em todas as regiões do planeta.


Vacinação global
A economia global é interconectada, fazendo com que riscos de contaminações, lockdowns e interrupções de viagens decorrentes de países sem vacina interfiram na administração da economia na totalidade.

Se os países mais pobres não forem imunizados contra a Covid-19, a economia global continuará a sofrer perdas de US$ 153 bilhões por ano. As economias emergentes também terão prejuízos anuais, que podem alcançar a marca dos US$ 120 trilhões.



BRASIL

Paulo Guedes defende vacinação em massa

O ministro da Economia defendeu a vacinação em massa da população contra a Covid-19 como necessária para a recuperação da atividade econômica neste ano.

"A volta segura ao trabalho é importante, e a vacinação em massa é decisiva. A vacinação em massa é um fator crítico de sucesso para o bom desempenho da economia logo à frente" disse Guedes, em entrevista à imprensa sobre o resultado da arrecadação de impostos de 2020 nesta segunda-feira (25/02).

Até agora, o governo iniciou a distribuição de 2 milhões de doses produzidas pelo laboratório Astrazeneca em parceria com a universidade de Oxford importadas da Índia. Essa vacina também será produzida pela Fiocruz no Brasil.

Também estão sendo aplicadas pouco mais de 10 milhões de doses produzidas pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

"Estamos começando a vacinação em massa, que vai garantir o retorno seguro ao trabalho. A economia e a saúde andam juntas. O Brasil está tentando comprar todas as vacinas. Estamos tentando adquirir todas as vacinas", disse Guedes, parabenizando a Fiocruz, o Butantan, a Anvisa, as Forças Armadas e os profissionais de saúde.

"Limpar a pauta logo na volta no Congresso , destravar o horizonte de investimentos, transformar esse empurrão na economia à base do consumo numa retomada sustentável de crescimento pela reformulação dos marcos regulatórios é crítico. A nossa agenda é clara. Nós temos que acelerar as privatizações , reduzir as alíquotas de impostos", disse Guedes.

 

Fontes: iG e Uol

(O título é nosso)

 

O Canal Melhor Cidade publica diariamente as vagas e oportunidades abertas em todas as cidades do Brasil, sem custo para empregadores ou candidatos.

A iniciativa não tem limite de data e o Canal não se responsabiliza pelas informações das partes. Siga as instruções e boa sorte!

Visite: MelhorCidade.com.br/TemosVagas

 

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Começou nesta terça-feira, 19 de novembro e vai até o dia 21 em Barcelona, na Espanha, a nona edição do Congresso Mundial de Cidades Inteligentes - Smart City Expo World Congress (SCEWC). Sob o lema "Cidades feitas dos sonhos", o evento destaca o progresso alcançado na promoção internacional do conceito de cidades inteligentes para enraizar um futuro sustentável e inclusivo.

Transformação digital, ambiente urbano, mobilidade, governança e finanças e cidades inclusivas serão os principais temas de interesse. Organizado pela Fira de Barcelona no recinto de feiras L'Hospitalet-Gran Via, o SCEWC recebe mais de 1.000 expositores, 400 palestrantes e representantes de 700 cidades, num espaço para exposições aumentado em 15%.

Estima-se que o grande evento tenha um impacto econômico de mais de 90 milhões de euros, de acordo com estudo do Instituto de Economia de Barcelona (IEB) da Universidade de Barcelona (UB).

Entre as empresas que participam da edição de 2019, Alstom, Amazon, Bosch, Cellnex, Cisco, Deutsche Telekom, FCC Environment, Huawei, Indria, Microsoft, Nokia, Seat e Siemens, são destaques.

 

 

Entenda o conceito "cidades inteligentes".

 

Segundo o jornal ABC (www.abc.es), no início desta década surgiu o conceito que parece estranho para muitos: as "Smart Cities”, ou Cidades Inteligentes. Tudo começou com o surgimento de novas tecnologias para as cidades, mas pouco a pouco está ganhando novos formatos. Afinal, nenhum país desenvolvido está alheio à revolução de suas cidades.

Sua definição é complexa e evolui com o tempo, mas há aspectos em que todos os especialistas concordam. As cidades inteligentes são - serão - aquelas que usam novas tecnologias para fornecer aos cidadãos serviços melhores e mais personalizados, com base em critérios de eficiência e sustentabilidade. Tudo muito etéreo e, à primeira vista, muito teórico. A mudança ocorre quando o conceito chega ao mundo real. Coloque-se no lugar do entregador que precisa baixar pacotes de uma loja. Primeiro, a mercadoria sobe para a van, depois segue seu caminho ... e quando chega ao seu destino, todos os pontos de carregamento / descarregamento encontrados são ocupados. Perder tempo na pesquisa de um lugar. Desta forma, as "cidades inteligentes" são capazes de antecipar esse problema e resolvê-lo antes que aconteça; Com uma cidade conectada, coletando dados a cada segundo, o motorista pode ser notificado de onde e quando terá uma vaga.

"Sete anos atrás, o conceito começou a funcionar, que vem das cidades digitais de 15 anos atrás", explica Adolfo Borrero, presidente da Comissão Ametic Smart Cities Commission. A verdade é que a aplicação de tecnologias à mobilidade, por exemplo, remonta a 30 anos; O mesmo se aplica ao fornecimento de aspersores de água em parques - ou energia - iluminação de lâmpadas de rua. O fator diferencial surgiu há alguns anos: «O que mudou foi o uso do celular, o smartphone, que coloca o cidadão no circuito para a tomada de decisões, o que antes não era feito».

Faz sentido focar nos cidadãos se as projeções da ONU forem analisadas: em 2050, 68,4% do mundo viverá em cidades do mundo (88% no caso da Espanha). “Estamos cada vez mais concentrando nossas vidas no ambiente urbano. E a digitalização e a globalização estão acelerando essa evolução. Simultaneamente, apenas a inovação e a tecnologia, instrumentos para transformar uma cidade, permitirão, entre outros fatores, que nossa qualidade de vida melhore, como aconteceu historicamente”, afirma Cándido Pérez, sócio responsável da KPMG Transportation na Espanha.

Assim, de acordo com a McKinsey & Company, as "cidades inteligentes" trarão benefícios em várias áreas: Redução da criminalidade de 30 a 40%; Aumento da empregabilidade entre 1% e 3%; Redução da doença entre 8-15%; Economia de tempo entre 15% e 20%; Diminuição no consumo de água entre 20% e 30%; entre outras. Além disso, em termos monetários, há um nicho a explorar: transformar as relações com a administração do papel em digital economizaria cerca de 8 euros (cerca de R$35,00) por procedimento, segundo a Comissão Europeia. No entanto, segundo governos, empresas e consultores, existem riscos. “Essas novas tecnologias - inteligência artificial, big data, etc, podem gerar uma “divisão digital” entre as cidades. Haverá quem pode adotar as rupturas e quem não pode. As tecnologias têm a característica de que seu impacto e o valor que geram são muito mais potentes do que os processos tradicionais”, defende Manuel Márquez, parceiro da Área de Consultoria do Setor Público da EY. Benefício para todos e empresas à espreita.

Agora, não se trata de avançar. O último especialista levanta uma questão: para que queremos as Smart Cities e que modelo queremos? Na Espanha, ele diz, estávamos monitorando os eventos sem deixar claro o objetivo; milhões de dados sem uso real. Agora começou a analisar o "para quê", dando inteligência a esses dados. "Às vezes você comete o erro de implementar a tecnologia e vê mais tarde o uso que ela pode ter", diz Márquez. Apesar disso, os especialistas concordam que o nosso país é uma referência mundial em “Cidades Inteligentes”. De fato, as cidades espanholas estão em todos os rankings. Barcelona e Madri estão no topo por sua capacidade de investimento e impacto na população, embora existam especialistas - Borrero, da Ametic - que argumentam que outros como Málaga ou Santander - também habituais nas listas - estão acima. Isso gera, novamente, duas Espanhas ... a tal ponto que pode haver uma situação em que grandes cidades nacionais têm mais em comum com outras como Bruxelas ou Londres do que com Badajoz. “A competição não será entre países e regiões, mas entre mega-cidades”, reconhece o parceiro da EY. Assim, de acordo com um estudo da KPMG, em 2030 já haverá 41 megacidades (mais de 10 milhões de habitantes), em comparação com apenas 18 quinze anos antes.

O Brasil participa do grande evento mundial com prefeitos e representantes de diversas cidades.

 

Edição brasileira

O Smart City Expo World Congress, que acontece anualmente na capital catalã, tem versões regionais ao redor do mundo. A edição brasileira do evento, organizada pela empresa especializada em soluções para cidades inteligentes iCities, é sediada em Curitiba e já tem a terceira edição confirmada para 2020. A viagem da comitiva oficial integra a agenda preparatória do iCities para o Smart City Expo Curitiba 2020.

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